Posts filed under ‘COORDENAÇÃO CRISES E OPORTUNIDADES’

The decision on Major Issues Concerning Comprehensively Deepening Reforms in brief,China Daily – november – 2013, 12p.

A China evolui para uma “mix” cada vez mais sofisticado e pragmático de orientações políticas e econômicas. Pelo peso da China, vale a pena entrar no detalhe, que aparece no documento, que Martin Wolf, do Financial Times, chamou recentemente de “o modelo para as reformas em curso” na China.Vale a pena dar uma olhada no documento original. É sempre melhor do que os comentários.

Na parte de “princípios”, o documento se refere à orientação geral para uma “economia socialista de mercado”, e à necessidade de avançar para uma institucionalização da democracia socialista, sob liderança do Partido Comunista da China. Trata-se de respeitar o “sistema nuclear de valores socialistas”, e de desenvolver uma “civilização eco-consciente”. Estes princípios deverão guiar a China rumo a 2020. Em termos econômicos e institucionais, trata-se de manter o papel central do setor público, mas permitindo vários tipos de propriedade: “O sistema econômico da China se apoia na propriedade pública servindo como sua estrutura principal mas permitindo o desenvolvimento de todos os tipos de propriedade. Tanto a propriedade pública como não pública são componentes-chave da economia socialista de mercado”. Trata-se portanto de uma “economia de propriedade diversificada” (diversified ownership economy). As diversas formas de propriedade “terão assegurado igual acesso a fatores de produção, concorrência aberta e justa no mercado, e a mesma proteção legal e supervisão”. A importância do documento, aqui na sua versão abreviada, é que no detalhamento das medidas, que vão desde a propriedade intelectual até a gestão do sistema público, desenha-se a organização e gestão de um país que busca resultados mais do que pureza ideológica. Para o bem ou para o mal, é o que está sendo construído, e o documento representa uma boa ferramenta de trabalho. (L. Dowbor)

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2 de abril de 2014 at 16:07 Deixe um comentário

Oxfam Briefing paper – Working for the Few – janeiro, 2014, 34p.

A Oxfam-UK publicou um excelente estudo sobre a desigualdade no planeta e em vários países. O tema foi adotado como central na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos 2014, foi declarado como principal norteador político na virada do ano pelo Obama, até bilionários estão declarando que deveriam pagar impostos de maneira mais séria. Haverá uma mudança de rumos em curso? O texto da Oxfam, 34 p., está em inglês, francês e espanhol, e constitui uma sistematização impressionante dos dados da desigualdade, combinando tanto a desigualdade de patrimônio (net household wealth) apoiando-se na pesquisa do Crédit Suisse, como dados recentes de concentração de renda, e apresenta em particular dados sobre a apropriação dos processos decisórios dos governos pelas grandes corporações (political capture), o que gera um contexto mais favorável ainda à concentração de renda, processo que se retroalimenta. Uma ótima ferramenta de trabalho. (L. Dowbor)

Introdução geral e links aos textos: http://www.oxfam.org/en/policy/working-for-the-few-economic-inequality

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22 de janeiro de 2014 at 22:06 Deixe um comentário

Gar Alperovitz – Nationalize Banks That Overwhelm Regulation – janeiro – 2014, 1p.

Os desmandos dos grandes bancos já não estão por demonstrar. Uma coisa é a crise de 2008 e a imensa pressão para se cobrir rombos especulativos com dinheiro público, ação que até hoje trava as economias desenvolvidas. Os Estados Unidos se safam em parte irrigando a economia com dólares emitidos, eles que estão protegidos do impacto de desvalorização pelo fato da moeda deles ser internacional e o impacto de impressão do papel se diluir pelo planeta afora. Mas indo além desta crise, temos a manipulação do Libor e do Euribor, lavagem de dinheiro em grande escala do HSBC, a gestão de dinheiro de evasão fiscal (20 trilhões de dólares segundo o Economist, cerca de um terço do PIB mundial) pelos 28 bancos “sistêmicamente relevantes”, indo até fraudes generalizadas com cartões de crédito e semelhantes. Gar Alperovitz participa aqui de um debate no New York Times, em que se coloca o problema que vai além do “too big to fail”: são grandes demais, têm vínculos políticos demasiado poderosos e extensos para que sequer sejam regulados. Manejam inclusive um volume de recursos que ultrapassa largamente a sua capacidade de gestão racional e de uso produtivo para a sociedade. As nacionalização dos gigantes financeiros mundiais, já operada com ótimos resultados em numerosos países, está colocada na ordem do dia neste debate no New York Times. Impressionante também, nos comentários de leitores, a que ponto a necessidade de mudanças estruturais de fundo no mundo financeiro está se tornando politicamente natural. (L. Dowbor)

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14 de janeiro de 2014 at 11:22 Deixe um comentário

O protesto nas universidades por um no ensino da economia – dezembro – 2013, 3p.

No seu “Em Busca de um Novo Modelo”, de 2002, Celso Furtado escrevia que “a evolução das estruturas de poder no capitalismo avançado escapa aos esquemas teóricos que herdamos do passado”. Sobre o estudante de economia, “haverá lido de forma assistemática muito material sobre desenvolvimento econômico, conquanto nem sempre tenha encontrado conexão clara entre essas leituras e a realidade”. Gentileza do Celso, este “nem sempre”. O divórcio entre o que se ensina e a realidade a interpretar é profundo. O artigo abaixo aponta o movimento de mudança, quando não de revolta que está se gerando. Às iniciativas mencionadas, podemos acrescentar o New Economics Foundation, Alternatives Economiques, Real World Economics e outros movimentos e núcleos de pesquisa. Muito saudável este retorno à um ensino da economia que pense os “outcomes”, os resultados finais que desejamos, e não só os “ouputs”. (L. Dowbor)

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3 de dezembro de 2013 at 16:53 Deixe um comentário

Occupy.com / By Andrew Gavin Marshall – Meet the Elites Inside the $4 Trillion Global Powerhouse Bank of JP Morgan Chase – nov – 2013, 1p.

Esta pequena apresentação das articulações do grupo JPMorgan Chase permite deslocar a análise dos grandes grupos financeiros como “bancos” para uma compreensão sistêmica da força geopolítica que representam. Esta visão de um grupo particular coincide muito com a visão mais ampla dos 147 grupos mundiais que controlam, diretamente e através de conexões cruzadas 40% do sistema corporativo mundial, conforme a pesquisa do Swiss Federal Institute of Technology (ETH na sigla em alemão) de Zurich http://dowbor.org/2012/02/a-rede-do-poder-corporativo-mundial-7.html/ A osmose das esferas de poder econômico-financeiro e do poder político coloca claramente em dúvida o peso do voto nos processos democráticos. Não há democracia nos processos decisórios dos grandes bancos, e sequer obrigação de transparência. (L. Dowbor)

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12 de novembro de 2013 at 15:22 Deixe um comentário

Joshua Schneyer – Corrected: Commodity Traders: The trillion dollar club – september – 2013, 19p.

A crise, com as suas perturbações e o empurra-empurra de culpas e revelações, está nos permitindo ver bastante melhor como funciona a economia capitalista realmente existente. O estudo do Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica desenhou o mapa do controle de 737 grupos sobre 80% do mundo corporativo mundial. O estudo do Tax Justice Network, e o dossiê do Economist mostraram que os recursos em paraísos fiscais, e geridos pelos grandes bancos, representam entre um terço e metade do PIB mundial. Até o Financial Times mostra como se generalizaram as práticas ilegais no mundo dos intermediários financeiros. O texto abaixo, sobre os Commodity Traders, mostra uma dimensão importante e particularmente significativa para o Brasil, desta globalização deformada: o mundo dos traders em commodities (grãos, energia, minérios, os produtos básicos das nossas economias). As páginas iniciais mostram claramente como se formam os preços destas commodities: “Most commodity buyers in the world are price takers. The top trading firms are price makers”. Naturalmente, ninguém em sã consciência poderia acreditar de que flutuações do barril de petróleo entre 17 e 140 dólares em poucos anos estariam refletindo oscilações da oferta e da procura, ainda que esta seja a razão quase sempre apresentada pela mídia. Aqui, os mecanismos ficam explicitados. Na segunda parte do documento são brevemente analisados os 16 principais grupos que controlam o sistema. Aliás, grande parte com sede em Genebra, com proteção do segredo bancário. Estes grupos de intermediação hoje realizam lucros incomparavelmente mais elevados do que produtores. E passam a deter um imenso poder político e de fixação especulativa de preços. O artigo é publicado pela Reuters, o que tira qualquer desconfiança de que se trate de ataques a corporações. Joshua Schneyer, que assina o artigo, apóia-se em trabalhos de 15 pesquisadores em diversas partes do mundo. Originalmente publicado em 26 de outubro de 2011, o artigo é extremamente atual. Uma dimensão essencial da economia mundial não obedece nem a mecanismos de mercado (equilíbrios oferta e procura), nem a mecanismos de regulação multilateral. É o mundo dos grandes fluxos especulativos, que reforçam os movimentos pro-cíclicos dos sistemas financeiros. (L. Dowbor)

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2 de setembro de 2013 at 18:23 Deixe um comentário

Christian Comeliau – Situar melhor a economia na sociedade – julho – 2013, 15p.

Resolver os problemas da economia a partir da própria economia está cada vez mais problemática. Christian Comeliau, neste texto de poucas páginas, esboça o óbvio: a economia só se resolve ao resolvermos ancorá-la nos objetivos mais amplos da sociedade, na sustentabilidade, no bem viver, na sociedade mais harmoniosa porque menos desigual. Ao recolocarmos no centro da pauta os objetivos reais da sociedade e dos indivíduos, a economia volta a um lugar mais modesto, e a principal deformação da atualidade, que é a dominância esmagadora das dinâmicas econômicas sobre tudo mais, pelo movimento próprio e pela dimensão de apropriação do poder político e cultural. Emerge da análise de Comeliau uma visão muito mais clara deste conceito fugidio, o “desenvolvimento”, no sentido mais pleno. Um belo trabalho, de um cientista muito experimentado. A tradução do francês é de Fernando Kolleritz. (L. Dowbor)

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29 de julho de 2013 at 18:19 Deixe um comentário

Can a collapse of global civilization be avoided? – Paul R. Ehrlich† and Anne H. Ehrlich – janeiro – 2013, 9p.

The ethics of some businesses include knowingly continuing lethal but profitable activities”. Paul and Ann Ehrlich present a short but very neatly built overview of how our main challenges – climate change, inequality, food etc. – converge, and the possible alternatives. (L. Dowbor)

» Available here 

7 de março de 2013 at 15:15 Deixe um comentário

Publisher’s Column: Public Banks Can Create 50 Wall Streets

Enquanto os gigantesco casino mundial continua, com cinco anos já de caos financeiro, gera-se uma crescente tendência para se repensar o sistema financeiro de modo geral. Conforme apresentamos no estudo A Crise Financeira sem Mistérios, há propostas para mudanças pontuais, destinadas a corrigir o sistema, como o Dodd-Frank Act do Obama, atualmente em fase de diluição pelos Republicanos, e propostas mais amplas, de mudança do sistema. O presente texto busca as alternativas mais profundas. Vale a pena acompanhar (L. Dowbor)

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21 de novembro de 2012 at 10:18 Deixe um comentário

The Network of Global Corporate Control (S. Vitali, J. Glattfelder e S. Battistoni) 

Por S Vitali, J. Glattfelder e S. Battistoni, novembro de 2011

Um estudo de grande importância, mostra pela primeira vez de forma tão abrangente como se estrutura o poder global das empresas transnacionais. Frente à crise mundial, este trabalho constitui uma grande ajuda, pois mostra a densidade das participações cruzadas entre as empresas, que permite que um núcleo muito pequeno (737 empresas, e um núcleo central de 147) exerça imenso controle articulado. Por outro lado, os interesses estão tão entrelaçados que os desequilíbrios se propagam instantaneamente, representando risco sistêmico. Fica assim claro como se propagou (efeito dominó) a crise financeira, já que a maioria destas megaempresas está na área da intermediação financeira.

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(mais…)

22 de novembro de 2011 at 9:20 Deixe um comentário

US debt crisis: Obama’s sharp right turn (The Guardian) 

The Guardian, julho de 2011

When Bill Clinton lurched rightwards to secure re-election in 1996, he had at least the benefit of a strong economy. And Republicans got the politics of standing by their principles wrong. Barack Obama, in contrast, does not have a strong economy behind him. Growth in the first quarter all but ground to a halt, and in the second, posted an anaemic annual 1.3% rate. His economy, like ours, is crying out for more jobs, and all Washington can deliver, one with a Democratic president and a Democrat run Senate, is cuts. The stimulus has run out of steam and like ours, the economy risks flat-lining. Nor, unlike 1996, is there any indication of a voter backlash for mainstream Republican candidates. On the contrary, Republicans can argue persuasively that where they blazed the trail on slashing spending, the president has followed.

So the outline deal on raising the debt ceiling which emerged yesterday is not a triumph of compromise and reason. True, it will avert a disaster, but one that had been fabricated by the Tea Party themselves. Raising the US debt ceiling is in any other time a matter of arcane interest nodded through Congress without anyone much noticing. It has happened about 140 times in the last 60 years. If the emergency of a default was a false one, so the relief that a deal brings is ersatz, too. Make no mistake, the deal itself marks the sharpest rightwing turn of Mr Obama’s presidency – $3tn in cuts over the next decade, much of which would be decided by a joint congressional committee. The scale of the cuts is guaranteed with triggers of across-the-board cuts if the committee can not agree on where to find them. There was still a gap over what those triggers would look like, and a fight lies ahead about which programmes to cut, but the principle of spending cuts in the absence of tax raising-measures, has been surrendered. (mais…)

8 de agosto de 2011 at 13:49 Deixe um comentário

Grecia arde y la democracia europea se pone de rodillas (Bruno Lima Rocha e Fábio López López) 

Estamos avançando na segunda fase da crise. Aqui no Brasil não sentimos tanto, mas no conjunto, entre a dívida astronômica dos Estados Unidos, e o dominó da Europa, a economia mundial sente impactos cada vez mais profundos. Artigos recentes de Amartya Sen, de Joseph Stiglitz e de Paul Krugman apontam claramente os desdobramentos: crise gerada pelo sistema especulativo financeiro mundial, transformada em crise por déficit público (de algum lugar teve de sair o dinheiro para os bancos), por sua vez transformado em crise social e política (alguém tem de pagar o déficil público), e neste caso quem tem de apertar o cinto não são os donos das fantásticas fortunas geradas pelos mecanismos financeiros (40% dos lucros corporativos nos Estados Unidos – The Economist), e sim de preferência os países mais frágeis. Estes aderiram ao euro pensando aderir ao mundo rico, mas hoje se vêm travados por não poder ter política monetária própria. Os euros, que – dizem – vão para a Grécia (e outros), nunca chegam à Grécia, são simplesmente transferidos para os seus credores, os mesmos que geraram a crise. O círculo se fecha, mas a crise se aprofunda.
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Bruno Lima Rocha e Fábio López López, julho de 2011

El 29 de junio de 2011 se produce una amarga derrota para la idea de democracia europea en general y, particularmente, deja a Grecia de rodillas frente al Fondo Monetario Internacional (FMI), quien está operando como cabeza de puente de los agentes del sistema financiero para comprometer a la banca oficial en la Europa unificada. A pesar de que en la cultura política griega hay un alto nivel de violencia y conflicto, lo que se vio ultrapasa unos simples enfrentamientos con manifestantes revueltos. Lo espantoso y calamitoso es un gobierno de centro-izquierda (del PASOK) electo (uno más de entre tantos) para frenar la “crisis”, que termina sirviendo como ariete de los financistas contra los derechos de las mayorías, significando para sus electores algo dramático, una puñalada por la espalda, una traición profunda. Grecia, España y Portugal despiertan asustadas del sueño de prosperidad europeo, sostenido por el Euro, Alemania y Francia y retornan al sur del mundo, de donde en teoría habrían salido hace más de treinta años.

En el Viejo Mundo, la llamada crisis de las subprimes, o como dicen los manifestantes del 15-M español, “la estafa con nombre de crisis”, retoma el concepto del “Sur de Europa”, o Semiperiferia. Hay algo en común entre España, Portugal y Grecia, además de haber sido los últimos países europeos en realizar la transición a la democracia representativa y haber recibido enormes fondos de la Unión Europea. Estos tres Estados perdieron cualquier capacidad de decisión soberana sobre sus propios recursos y destinos, condicionando así las aspiraciones de sus mayorías democráticamente ejercidas a un juego de “haz de cuenta que”. Gobierno que entra o gobierno que sale, y a partir de los convenios y paquetes firmados con el FMI, dejan un mínimo margen de maniobra a los nuevos ejecutivos y bloques parlamentarios de sustentación. (mais…)

19 de julho de 2011 at 21:45 Deixe um comentário

Plataforma por uma economia inclusiva, verde e responsável (Instituto Ethos)

Crises e Oportunidades, fevereiro de 2011

Muito importante a plataforma de discussão que acaba de ser divulgada pelo Instituto Ethos. Pelo peso das corporações, as tragédias sociais e ambientais acumuladas não se resolverão sem que as empresas assumam um papel mais responsável. Ponto escorregadio a considerar: onde está escrito na p. 16 “reduzir a carga tributária”, não é certamente o caso, a tarefa é “equilibrar a carga tributária”. Vejam dados recentes do Amir Khair, com o crescimento econômico a carga tributária está em 33%, não é alta sob nenhum ponto de vista, mas sim péssimamente distribuída em termos de incidência, qualidade e gerenciamento do imposto, e precária na alocação. Outro ponto que me parece essencial é a democratização do acesso so conhecimento, vital nesta nova geração de iniciativas econômicas. Vejam por exemplo as recomendações da UNEP de que o conjunto das tecnologias verdes deveriam ser liberadas e não travadas, de forma a que possam ser aplicadas por todas as esferas produtivas. Mas a visão geral, que envolve a articulação não apenas do “tripple bottom line” (econômico, social e ambiental) mas também da qualidade democrática dos processos, presente em diversas partes do texto, é muito importante. Eu deixaria mais explícita ainda. O processo faz parte dos resultados. Uma mesa sólida tem quatro pés. É o alicerce de que precisamos.
(L. Dowbor)

» Clique aqui para acessar o documento (arquivo em formato .pdf, fev. de 2011, 16 páginas)

25 de fevereiro de 2011 at 14:51 Deixe um comentário

Livro Riscos e Oportunidades

Crises e Oportunidades, setembro de 2010

Abaixo disponibilizamos o link de acesso para o livro Riscos e Oportunidades onde estão reunidos os principais artigos da iniciativa Crises e Oportunidades.
Embora também possam ser acessados individualmente, os artigos aparecem aqui reunidos em um único arquivo para facilidade de consulta e citação.

» Livro Riscos e Oportunidades (arquivo em formato .pdf, 272 páginas, 2010)

30 de setembro de 2010 at 10:09 Deixe um comentário

Sobre o Painel: Energia, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável – 09/03/10 (Flávia Landgraf) 

Por Flávia Landgraff, 22 de março de 2010

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em parceria com os Institutos Vitae Civilis, Ethos e Crises e Oportunidades, realizou no dia 09 deste março, um painel que discutiu os desafios brasileiros para a construção coletiva de padrões produção e consumo sustentável do ponto de vista econômico, social e ambiental.

Coordenado por Rubens Born, do Vitae Civilis, o debate teve como palestrantes: Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); Branca Americano, diretora do Departamento de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente; Ricardo Abramovay, professor do Departamento de Economia da USP; Oded Grajew, presidente do Instituto Ethos; Artur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT); Ladislau Dowbor, professor da PUC/SP e Ignacy Sachs, diretor do Centro de Pesquisas do Brasil Contemporâneo na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais da Universidade de Paris. Sob o formato dos painéis anteriores da iniciativa “Crises e Oportunidades”, o evento trouxe à mesa representantes de diversos setores sociais – organizações não governamentais, instituições privadas, academia, sindicatos e governo – e abriu aos participantes cerca de um terço do tempo de discussão a questões e intervenções.

Continue Reading 24 de março de 2010 at 19:12 Deixe um comentário

Caros amigos e participantes da iniciativa “Crise e Oportunidade”

Estamos deslocando a Mesa Redonda Internacional de Fortaleza, prevista para os dias 16 a 18 de novembro deste ano, para os dias 29 a 31 de Janeiro 2010 em Salvador, e solicitamos aos participantes que possam o agendamento desta nova data e local.

O novo agendamento deve-se ao fato que o Fórum Social Mundial deste ano se dará sob forma temática e descentralizada. O FSM/Bahia terá como uma das temáticas centrais “Respostas à Crise e o Mundo Pós-Crise”, e faz todo sentido integrarmos os dois eventos, de forma a ampliar a abrangência e gerar sinergia, em vez de dispersão. Esta solução nos permitirá também reduzir o investimento na gestão de dois eventos.

No FSM da Bahia também haverá uma dimensão cultural, fazendo uma ponte entre Salvador e a Ilha Gorée, porque o próximo Fórum Social Mundial unificado será no Senegal (Dacar), em 2011.

A “costura” do processo foi facilitada por Carlos Tibúrcio, que participa da organização dos dois eventos, e sugeriu que o movimento Crise e Oportunidade se integre no Comitê do FSM/BA e canalize seu trabalho, produção e acúmulo para apresentar, articular e dar maior destaque e visibilidade nos dias 29, 30 e 31 de janeiro nas dimensões inéditas do Fórum Social Mundial em Salvador. Desde já poderá ser potencializado o blog “Crise e Oportunidade”, incluindo-o no projeto de Comunicação/Mobilização do FSM/BA, além de abrir nova frente de possibilidades a todos os que já participam e apóiam o Fórum Crise e Oportunidade, juntando nossos esforços.

Devemos mencionar ainda que o Banco do Nordeste, que assegurou o suporte ao Crise e Oportunidade, certamente também dará apoio ao evento de Salvador, e portanto tanto o financiamento como o esforço inicial de gestão para a preparação do evento de Fortaleza poderá ser devidamente aproveitado no novo formato.

Confirmamos por outro lado que este blog continuará a organizar a base científica e de debate sobre o tema, sem alterações, reforçando apenas a convergência com o evento de Salvador.

Atenciosamente,

Carlos Lopes
Ignacy Sachs
Ladislau Dowbor

25 de setembro de 2009 at 18:21 Deixe um comentário


Comissão convocadora

Amir Khair, Antonio Martins, Caio Magri, Caio Silveira, Carlos Lopes, Carlos Tibúrcio, Darlene Testa, Eduardo Suplicy, Ignacy Sachs, Juarez de Paula, Ladislau Dowbor, Luiz Gonzaga Beluzzo, Moacir Gadotti, Márcio Pochmann, Paul Singer, Roberto Smith.

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O objetivo geral de Crise e Oportunidade é de identificar na crise global as oportunidades de se colocar em discussão temas mais amplos, buscando a organização da intermediação financeira e dos fluxos de financiamento para que respondam de maneira equilibrada às necessidades econômicas, mas que sobretudo permitam enfrentar os grandes desafios da desigualdade e da sustentabilidade ambiental, nos planos nacional, regional e global.

 
 
 
 
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