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José Fernando Pérez Oya – La obstinación de las políticas Neoliberales en Europa y España y sus crasos errores – dic – 2013, 3p.

Os estudos de José Fernando Perez-Oya trazem ao mesmo tempo a visão geral das discussões sobre os desequilíbrios macroeconômicos da União Europeia, e a preocupação específica sobre a situação da Espanha, submetida não mais ao consenso de Washington, mas a um “Consenso de Berlim”. “Prefiero pensar que las decisiones corresponden a un Consenso de Berlín, sucesor del Consenso de Washington, que impone a los países más pobres una política clasista de bajos salarios y de desindustrialización, favorable a un Hegemón regional o a nuevas formas de múltiples imperialismos estratificados hegemónicamente.” (L. Dowbor)

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9 de dezembro de 2013 at 12:24 Deixe um comentário

El EURO; De salida, si. (José Fernando Pérez Oya) 

Neste mês de junho de 2010 a Espanha se debate com outras economias mais frágeis da UE, com déficit público, um desemprego generalizado, e as propostas do governo de que devemos ser “virtuosos e austeros”. Os do andar de baixo da economia, naturalmente, porque se fossemos exigir austeridade dos intermediários financeiros, estariamos prejudicando “a economia”. O mecanismo aparece de forma bastante clara: os rombos especulativos foram tarnsformados em déficits públicos, o que deu a muitos a feliz impressão de que a crise passou. Mas o rombo apenas mudou de lugar, e agora os mesmos intermediários financeiros exigem que haja “austeridade”, em particular com a redução de compensações por desemprego, bem como de políticas sociais como saúde e educação. É um absurdo amplamente denunciado por Paul Krugman. No artigo abaixo, de José Fernando Pérez Oya, ex-analista da economia européia para as Nações Unidas, aparece a amarga denúncia da armadilha montada, e que ameaça vários países. Reflete bem a indignação que está se gerando.
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Por José Fernando Pérez Oya, maio de 2010

Me permito, por haber sido uno de los escasos economistas que se opusieron públicamente en España al tratado de Maastricht, (En la revista gallega “Analise Empresarial Primeros meses de 2004) el ofrecer unas pequeñas reflexiones sobre nuestra economía y una posible, pero difícil salida por parte de un débil, pusilánime gobierno, y doblegado a la vergonzosa sumisión de nuestra soberanía a los dictados de política económica dictados por las instituciones de una U.E. dominada por una dogmática reaccionaria y dominante actitud alemana, refrendada por otras naciones. El dominio de una ideología neoliberal y de una política económica en ella inspirada ha obligado a nuestro país a introducir unas injustas y deflacionistas medidas fiscales que gravan seriamente el bienestar de la mayoría de la población y que impedirán o retrasaran gravemente la recuperación de nuestra economía. La situación mundial del balance ideológico y económico suscita hoy en muchos países una desconcertada opinión pública porque el descrédito de las teorizaciones monetaristas, de las “expectativas racionales”, y otras que han venido estructurando el discurso neoconservador aparecen hoy discursivamente gastadas pero, paradójicamente, su poder social, sobre todo en Europa, se incrementa trágicamente, imponiendo un lejano e hipotético ajuste a través del doloroso incremento del marxista “ejército de reserva” o sea el de unos atemorizados parados o amenazados empleados, muy debilitados y por tanto más proclives a aceptar el falso estímulo de unos bajos salarios conducentes a hipotéticos mayores beneficios y renovadas inversiones. No se nos habla apenas de economía de la oferta pero se destruyen los estímulos a la demanda total agitando el miedo al déficit fiscal.

Continue Reading 16 de junho de 2010 at 12:04 Deixe um comentário


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